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Ir. Maria Dolores

O Chamado de Deus em minha vida

Nasci em uma família cristã, na qual aprendi a amar a Deus e aos irmãos. À noite, lembro-me que rezávamos, era costume também pedir a bênção aos meus pais, antes de dormir. Procurei, desde pequena, ser comprometida, com a vida da comunidade, como catequista, na preparação e animação da liturgia e engajada no grupo de jovens. Senti forte a Voz de Deus me chamando para a Vida Religiosa, aos 22 anos de idade, a convite de uma colega, que pretendia fazer uma experiência vocacional. Ela foi até minha casa, falou de sua decisão e me perguntou “Você já também quer ser Irmã?” Na hora fiquei surpresa e lhe respondi, que “não”! Porém, os dias se passaram e a interrogação passou a me incomodar. Em muitos momentos me vinham questionamentos. Tentei abafar, fugir, mas a voz interior era cada vez mais forte.

Morava, na época, em Manoel Ribas (PR). Passei por um tempo de dúvidas, pois fazia um ano e meio que namorava. De repente surge esta inquietação. Comecei a perceber Deus querendo dar outra direção para minha vida. Tinha viva a presença de Nossa Senhora e do Espírito Santo, nas minhas orações, pedindo discernimento. Falei com meu namorado que necessitava um tempo para tomar uma decisão, busquei ajuda com o Pároco: Padre. Estanislau (MIC) e comecei a procurar conhecer alguma congregação. Escrevi para as Irmãs Camilianas. Vieram me visitar, mas não me identifiquei com o Carisma.

Sentia que devia me doar mais a Deus, mas não compreendia claramente o que o Senhor me pedia. Com o passar do tempo, um seminarista dos Padres Marianos, amigo meu e de minha família, foi visitar-me. Sabendo do ocorrido, através de sua mãe, conversamos muito sobre o assunto. Relatando sobre as Congregações que conhecia, quando disse: “Irmãs Apóstolas do Sagrado Coração de Jesus”, parece que nesse momento uma luz forte se fez presente em meu coração e não tive dúvidas, enviei por ele, meu nome e endereço. Um mês depois, uma Irmã Apóstola, vinda de Curitiba, em companhia do Vigário Paroquial, Padre Bruno (MIC), da Paróquia Santo Antonio, a qual pertencia, foram em minha casa. Conversamos juntamente com meus pais. Quinze dias mais tarde, no dia 10 de fevereiro de 1989, ingressei no Aspirantado, na Casa de Retiros Sagrado Coração, em Santa Felicidade, bairro de Curitiba. Fiz 4 anos de Aspirantado. Sentia crescer dentro de mim o ideal pela Vida Religiosa. Fiz as demais etapas de formação, consagrando-me ao Senhor.

Sou uma Apóstola feliz, buscando a cada dia seguir o Sagrado Coração de Jesus, segundo os ensinamentos de Madre Clélia Merloni, procurando amar e servir, aonde Ele me envia. Tenho como Lema de vida: “Ninguém tira minha vida, eu a entrego livremente” (Jo 10,18).
Sou profundamente agradecida ao Deus da vida que me amou, me chamou, me consagrou e me enviou.

Irmã Maria Dolores Silva,ASCJ
Curtiba, 20 dejulho de 2011






Ir. Maria Rodrigues

Minha Historia Vocacional

Sou um milagre de Deus, como tantos outros. Mas para mim, é como se fosse o único. Sou a primeira de seis filhos. Quando a minha mãe estava grávida de mim, de poucos dias, ela precisou fazer uma cirurgia de emergência. Naquela época, a medicina estava muito atrasada e os médicos só se deram conta da gravidez, durante a cirurgia. Minha mãe quase morreu. Passado alguns dias os médicos queriam que ela abortasse o bebe. Segundo eles, o bebe não ia nascer se nascesse, seria com defeito ou teria vida vegetativa. Tanto minha mãe como o meu pai disseram que não importavam como nascesse, era filho e tinha o direito de nascer. Os médicos insistiam, mas eles foram firmes e não permitiram o aborto. Então, a minha mãe fez uma novena à Virgem Maria pelo bebe. Se fosse menina receberia o nome de Maria Bernardete. Nasci com saúde e sem defeito.

Contaram-me que, quando eu tinha três anos, em uma festa de paróquia vi uma religiosa. Alegre, disse à minha mãe: “Quando eu for grande vou ser como aquela RELIGIOSA”. O tempo passou e eu nunca desisti de ser religiosa. Lutei para conseguir a licença do meu pai que me colocava em prova para saber se eu queria ser religiosa de verdade ou era porque me deixava influenciar pelas Irmãs da minha paróquia ou por uma prima, também religiosa.

Aprendi a rezar o terço, ainda muita pequena, no colo de minha mãe. Todas as noites rezávamos o terço, em família. Meu pai sempre colocava uma intenção para as carmelitas. Na minha cabeça de criança todas as religiosas eram carmelitas, e eu queria ser carmelita. Quando descobri que não era assim entrei em grande dúvida, não sabia mais o que fazer. Conheci algumas congregações religiosas, mas nem uma delas me dava tranqüilidade. Em um lindo SONHO: Vi uma religiosa vestida de preto. Depois, conheci uma Irmã Apóstola e perguntei a ela como se fazia para ser religiosa, mesmo contrariando o meu pai. A irmã me deu um livro de Madre Clélia Merloni. Desde aquele dia, não tive mais dúvidas. Hoje sou Irmã APÒSTOLA e sou feliz. São milagres da bondade Divina: a vida e a certeza da minha vocação como Apostola do Sagrado Coração de Jesus, filha da Serva de Deus, Madre Clélia.

Irmã Maria Rodrigues, ASCJ
Curitiba, julho de 2011



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Última atualização em 02/08/2011.
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