Apóstolas
Clelia Merloni
Coração de Jesus
Província - PR
Vice-Província
Educação
Saúde
Pastoral
Ação Social
Vocacional
Triunfo
GFASC
Links
Localização
WebSisterZu
Página Inicial
 
Serviços
Capela Virtual
Arquivos
Calendário
Cartões
Fotos
Informativos
Mensagens
Mural
Notícias
Enquete
WebMail
Vocacional
Ir. Leni

Minha História Vocacional

Nasci no dia 14 de Janeiro, em cuja cidade realizava-se uma novena à Virgem de Lourdes pedindo chuva; razão pela qual minha mãe colocou-me o nome de Leni de Lurdes. Cresci numa família cristã, com mais dois irmãos e uma irmã. Aos domingos, participávamos da catequese com as Religiosas do Coração de Maria, que falavam muito das missões na África. Quando minha mãe me perguntava a respeito da catequese, dizia-lhe que queria ser missionária na África para ensinar o catecismo àquelas pessoas que não conheciam a Jesus. Mamãe recomendava-me rezar muito à Mãezinha do Céu, para realizar o meu sonho Tinha apenas cinco anos, época em que aprendi a ler com minha mãe e lia, então, na revista Avante Cruzada, os artigos sobre as missões.

Quando chegaram as Irmãs Apóstolas, em Nova Araçá, disse à minha mãe que queria ser daquelas Irmãs. Meu pai não se opunha; dizia que era fogo de palha e que logo eu voltaria para casa. Com nove anos incompletos, entrei como aspirante; foi difícil para mim, pois queria estar com a minha família e com as Irmãs ao mesmo tempo. Aos de 12 anos fui para o juvenato, em Curitiba, cursei o ginásio; com 16 anos, fiz o Postulantado, e em seguida, o Noviciado. Depois de minha Primeira Profissão Religiosa, trabalhei em muitos colégios como Professora. Amava meu trabalho e gostava de dar aulas de religião e catequese de Primeira Comunhão.

Meus pais perderam tudo o que tinham, e senti a obrigação de ajudá-los a refazer a vida. Minha mãe, que é sábia, disse-me: Minha filha, se você tem vocação que reze por nós, assim venceremos. Em poucos meses tudo se resolveu. Após 35 anos trabalhando em escolas fui para as missões no Uruguai e Paraguai. Meu sonho de ser missionária realizou-se, porém, não na África, mas no meio de Índios muito necessitados. Atualmente trabalho com crianças, na Escola de Educação Infantil Lar do Bebê- Pupileira, em Porto Alegre. Obrigada, Pai do Céu, por ser tua filha, consagrada ao teu serviço e ao serviço da Igreja.

Ir. Leni de Lourdes Mortari, ASCJ
Porto Alegre, RS







Ir. Lucila

Minha História

Deus Pai chamou-me à vida.
À vida da Fé, pelo Batismo.
À vida Religiosa, pela vocação. Meu pai, Fioravante Cella, é cúmplice do meu SIM como consagrada porque, desde a mais tenra idade, sinalizou o caminho espiritual, da fé, da oração, da ascese e do amor ao próximo. Diariamente, às vezes cansados, rezávamos o terço em família, dirigido por ele e acrescido de ladainhas, orações várias, Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória para cada um dos filhos e para tantas outras intenções.

Sua piedade era quase divina. Não havia domingo sem missa e comunhão, mesmo que a paróquia distasse 7 km da residência. Aos domingos, o terço era rezado durante o percurso de ida e volta. Na quaresma, além do jejum prescrito pela Igreja, diariamente rezávamos a Via-Sacra, como também do terço. Piedade, honestidade, capacidade de acolher sofrimentos e revezes, de amar, compreender, perdoar, rezar, ter devoção profunda a Maria Santíssima, tudo lhe era muito peculiar. Ainda ressoa em meus ouvidos e coração, a oração que repetia diante de situações difíceis: “Seja feita a vontade de Deus”.

Era extremamente carinhoso e amoroso com seus filhos e familiares. Prova disto são as mais de 300 cartas enviadas aos seus 12 filhos e que a conservamos como preciosidades.
Uma frase da última carta, escrita no dia 20 de outubro de 1997 e dirigida a mim, em Roma. “Não é verdade que nós dois estamos longe, porque te vejo sempre com o rosto e lábios sorridentes, alegres. Que felicidade para o coração de um pai”. Meu pai faleceu quatro dias depois, 24 de outubro.

Pai Fioravante, tenho profundo orgulho de ser sua filha, de chamá-lo de pai, com todas as letras. Com seu testemunho de pai me é muitíssimo fácil conhecer e amar o Pai Celeste.
Eterna gratidão por tudo. Sua filha,

Ir. Lucila Cella, ASCJ
Curitiba-PR



Voltar aos Relatos Vocacionais




Versão para impressão
Conteúdo visualizado 1.284 vezes.
Última atualização em 02/08/2011.
Copyright © 2007 - Instituto das Apóstolas do Sagrado Coração de Jesus - Todos os Direitos Reservados
Desenvolvido por: MDR Informática - projetos web sob medida